Andando por Bangkok

Publicado: 21/05/2013 em Intercâmbio

Lembro em Bangkok quando fui visitar o tal do Giant Swing.
Saí do Wat-Po com meus mapinhas do google maps impressos, e andei. Andei e andei e andei, pedi informações, andei, visualizei o monumento ao longe em uma rua estreita e fui.
Um balanço gigante no meio da rua, com uma grande praça ao lado (e todo o tempo com o sol na moleira, era passado do meio dia já).
O monumento não era aquelas coisas, mas eram 2 da tarde e eu tinha fome, então fui num restaurante ali ao lado. Baita coisa a se fazer. O lugar não é nada turístico, a senhora tailandesa que cuidava do pequeno restaurante (que entendia só water e food em inglês) me alcançou o cardápio onde mostrei o que queria, sentei lá e comi um macarrão com cebola e bacon, e aí, na hora de pagar, só mostrando a calculadora prá se entender.. E eu todo encharcado de suor, e a senhora preocupada com o ar condicionado que não chegava vento em mim! hahaha essa foi uma das ótimas experiências que tive andando por lá.. e assim vai!

Giant Swing visto da praça

Giant Swing visto da praça

OMG faz uns seis meses que eu não atualizo aqui..

Bom, desde final de outubro (quando fiz o último post), teve natal, virada de ano, início de ano novo, conheci uma galera legal que estava começando um comitê da Aiesec em Nagpur, teve dia da república na Índia, teve mais uma vez Holi e bagunça geral, até que chegou Abril, e terminou o prazo do meu intercâmbio por lá.
Deixei por lá muita gente boa, mas trago as memórias, saudade e aprendizados desses últimos 18 meses em um país diferente e próximo ao mesmo tempo.

Saí de Nagpur e parti sozinho para a Tailândia, um lugar beem bonito. Fiquei em Bangkok dois dias (conselho: não precisa mais que um). E fui para Phuket (leia-se praias paradisíacas), por mais dois dias.

Agora nessas últimas 2 semanas vim para a Tunísia, país que fica no norte da África. Vim conhecendo uma única pessoa aqui, volto conhecendo várias. Fiz até rapel (leia-se 32 metros de altura). Viajei pelo sul, andei de camelo!, conheci um pedacinho do deserto do Sahara, e final dessa semana to voltando para o Brasil.

Volto para o Brasil com contratos assinados com a Edisphere, empresa que ainda trabalho por meio período e que vamos revender os produtos nos outros dois turnos do dia com a Hub2b.

Escrevi o post apenas para registrar e não deixar tão abandonado o blog, uma vez que toda essa história meus amigos do facebook acompanharam..

Então em resumo esse mês de Abril foi de férias, e o mês de maio começa uma história diferente e de sucesso com grandes e novas experiências.

Até!

Esta última quarta feira foi feriado aqui na Índia. Feriado de Dussehra. Feriado hindu. O motivo do feriado é simples: Lord Rama, um valente guerreiro, derrotou o demônio de dez cabeças Ravan.
E adivinha como os indianos remontam a cena para celebrar esse dia?
Creio eu que um certo dia um indiano estava meditando em algum lugar inimaginável, (normal, tudo aqui é inesperado), e aí saiu com a idéia:
_Mano, vamos fazer uns bonecos de Olinda de madeira, tocar fogo, e dá-lhe pau! Temos um feriado!
(Não conhece os bonecos de Olinda? Dê uma olhada aqui então: http://www.infoescola.com/cultura/bonecos-de-olinda/)
Tá, não é que dá-lhe pau vai lá terminar de destroçar os bonecão de madeira de Olinda indiano pegando fogo (uff!), até porque loucura tem limite, e apesar de ter gente revoltada o suficiente para colocar fogo no próprio corpo aqui por essas bandas (motivos políticos), não é generalizado.

Na verdade, o pessoal fica comemorando o feriado por 9 dias, e no último dia (essa última quarta feira 24), tudo termina (ah vá que termina no último dia). Durante os 9 dias, tem dança, festa, rituais de magia negra nervosa hindus, e vai que vai.

Até cheguei a gravar um vídeo dos bonecos gigantes de Olinda indianos pegando fogo, mas o vídeo ficou tão mal gravado e tremido (ah vá tremido!) que nem editando se consegue ajustar. Então, na dúvida, ficam umas pouquinhas fotos que tirei (um templo, um bonecão de Olinda indiano, um Ídolo no templo e outro no caminhão durante uma procissão).

Fiquem ligados, dia 13 é outro feriado. Desta vez feriado das luzes, o chamado Diwali (mas pelo que li tem sido como o natal nas bandas ocidentais, bem comercial).

SEXTA FEIRA FARÁ UM ANO QUE ESTOU AQUI NA ÍNDIA! ae ae ae!

Chegou um colega novo, da Tunísia. Aos poucos o flat vai se enchendo novamente.

Fomos prá balada nagpuriana. HAHAHA. Já eram podres as baladas indianas, do tipo começa 9 e vai no máximo até 3 se o dono der uns pilas para a polícia, senão vai até meia noite. Agora descobrimos que o governo do Estado de Maharashtra colocou uma lei (desde agosto) onde os estabelecimentos (nem os privados) não podem realizar festas. Então funciona como um lounge, galera bebendo ali nas mesinhas, 5 pessoas no lugar (contando os garçons hein!), e a p*rra da long-neck a 8 pila (se comprar nas winehouses prá beber em casa a lata de Carlsberg é 3 pila)! Mas o horário continua, começa as 21, termina as 23:30 (PQP). Que saudades de Chapecó!

O processo de extensão do meu visto ainda tá pendente! RHÁ! Encaminhamos a papelada dia 29 de Agosto, até agora nada. Meu visto expirava dia 21, mas aí a gente foi na polícia e pegou uma permissão para ficar no país até sair o resultado. Nesse meio tempo, apuramos Aiesec, polícia, empresa, e os milhões de deuses indianos. Primeiro descobrimos que a papelada deveria ir prá Delhi. A polícia de Nagpur enviava prá Mumbai, e a polícia de Mumbai enviava para Delhi. Aí descobrimos que dia 9 de outubro Mumbai enviou para Delhi, mas até dia 21 de outubro a polícia de Delhi não tinha recebido a papelada. Então o pessoal da Aiesec Delhi (responsável pelo meu intercâmbio) descobriu que faziam dois meses que a lei havia mudado, e os responsáveis por aprovar processos de visto não era mais a polícia em Delhi, e sim a polícia local (Nagpur). E assim vai, com meu carimbo de ok enquanto estiver esperando aprovação da extensão, e meu passaporte sem o visto extendido. Neste meio tempo, a empresa quase fechou a parceria com a Aiesec, e agora as vagas gerenciadas pela Aiesec Delhi vão ser gerenciadas pela Aiesec Mumbai, porque é mais perto. Toda essa enrolação, ferrando com projetos da empresa aqui, da Hub2b, e da Aiesec.

É nóis Índia!

O conceito de paperless office (paper – papel, less – menos, office – escritório) é um ambiente de trabalho onde o uso de papel é eliminado ou reduzido drasticamente. Neste caso, o papel é convertido para o formato digital. Uma organização ágil, lean, também significa menos impressões, menos tinta, menos papel. Entretanto, um bom gerenciamento e muita organização são a chave para o sucesso em um ambiente paperless.

O uso de softwares ERP (softwares de gestão empresarial) ajuda a automatizar processos de negócio e diminuir de forma estrondosa o uso de papel. Além dos softwares de gestão, softwares DMS (Document Management System – Sistema de Gerenciamento de Documentos) ajudam a arquivar ambas as cópias digital e física de documentos através de escaneamento e indexação.

Mas como a integração de aplicativos auxilia um escritório a aplicar o conceito paperless?

Conforme a empresa cresce, aumenta também o investimento em aplicativos especialistas que automatizam os processos daquela empresa. Ao longo do tempo, existem diversos aplicativos especialistas, mas que não se comunicam. Assim, em muitos casos, é necessária a reentrada de dados manual em diversos aplicativos baseando-se em documentos impressos.

A reentrada manual de dados nos aplicativos da empresa tem os seus defeitos. O primeiro deles é a acurácia. Como a entrada depende de humanos, e humanos são passíveis de erro, os dados que são digitados para entrada nos aplicativos nunca são completamente confiáveis. Erros de digitação dos dados levam à construção de informações errôneas. Como um conjunto de informações constroem conhecimento, o conhecimento não será confiável e a tomada de decisão será falha.
Além disso, outro problema proveniente da reentrada manual de dados nos aplicativos é a padronização destes dados. Como a reentrada pode variar, é possível que durante a busca das informações necessárias, estas não sejam encontradas apenas por falta de padronização no armazenamento dos dados.

Através da integração de aplicativos internos e com fornecedores, é possível terminar com os problemas de reentrada manual de dados, além de terminar com o uso de papel nestas situações. Um grande passo para a aplicação do conceito paperless office. Isto sem contar com a melhora de processos como reposição de estoque, maior resposta de vendas, informação no momento exato, entre outros.

Imagine uma empresa onde não é necessário ter atividades como entrada de notas fiscais, contas a pagar e receber, movimentação de contas bancárias, orçamentos, ordens de compra.. O tempo gasto com estes processos é economizado, e utilizado na análise de relatórios e conhecimentos para melhorar áreas essenciais do negócio, e a gestão do mesmo. Este é o cenário visto quando existe integração total dos aplicativos internos e de parceiros comerciais.

Com a tecnologia disponível atualmente, o paperless office já é totalmente possível. Tudo depende da atitude de colocar isto para funcionar em conjunto.

Desta forma, aplicando o conceito paperless, é possível economizar dinheiro, acelerar a produtividade, economizar espaço, e além de tudo ajudar o meio ambiente.

Referência: The Paperless Office Concept. RAMSURRUN, Roodesh. 2012.

A Arquitetura Orientada a Serviços (SOA) tem se tornado um modelo interessante de desenvolvimento de softwares para automatização de processos das empresas.

A ideia de Serviços em SOA é criar componentes ou porções de software contendo regras de negócio (ou ainda apenas partes de regras de negócio), que sejam isolados o suficiente para que possam ser reutilizados por diferentes aplicativos.

Uma das formas de disponibilizar estes serviços é utilizando web-services. Assim, com o crescimento da comunicação através de web-services, a Arquitetura Orientada a Serviços veio à tona novamente.

Entretanto, SOA não está totalmente associada à web-services, e nem está fortemente ligada às tecnologias. Como o próprio nome diz, SOA é uma arquitetura. Ela nada mais é que uma maneira de projetar software com baixo acoplamento (sem dependência complexa), considerando as necessidades/regras do negócio.

Diferente do que parece, SOA não é algo novo. Esta arquitetura era muito associada no passado com tecnologias como CORBA, DCOM, e tecnologias de integração baseadas em documentos, como o EDI (Troca Eletrônica de Documentos).

A publicação de serviços deve ser focada em como expor os investimentos existentes de TI como um conjunto, baseado em padrões, e permitindo que estes investimentos estejam disponíveis para a maior quantidade de consumidores possíveis. Normalmente, estes investimentos consideram plataformas heterogêneas dos parceiros comerciais. Assim, a exposição de quais serviços e de que forma estarão disponíveis deve ter como foco atender aos requisitos do negócio.

Os Serviços descritos nesta arquitetura são lógicas do negócio, em forma de software, expostos para que diferentes aplicações os utilizem. Serviços podem ser “montados” para criar processos de negócio, e então serem disponibilizados para consumo por usuários, aplicativos ou ainda outros serviços.

Para ser realmente útil, um serviço precisar ser separado entre interface e implementação. Enquanto a interface é exposta, onde os usuários, aplicativos ou outros serviços precisam conhecê-la para consumi-la; a implementação é privada, ou “escondida”. Desta forma, diferentes implementações podem oferecer a mesma interface, e modificações em uma implementação não causará interferência nos usuários, aplicativos e serviços que se utilizam daquela interface.

Também, os Serviços são independentes e devem ser capazes de participar de uma arquitetura de baixo acoplamento.

Divisão do Serviço em Interface e Implementação

Mas como a comunicação com Serviços ocorre? Basicamente, a comunicação com Serviços é feita através de mensagens com estruturas bem definidas. Estas mensagens possuem o formato definido pela interface do Serviço. Imagine um programa que importa um arquivo com dados em determinado formato. Neste contexto, o programa é o Serviço, e o arquivo é a Mensagem. Veja alguns exemplos de mensagens no fim deste artigo *.

Troca de Mensagens entre Serviços

Sabemos que o uso de SOA tem como objetivo facilitar o reuso de lógicas do negócio, seja por aplicativos do próprio negócio, seja por parceiros comerciais.

Também, Serviços são disponíveis para consumo através de interfaces, e através de certo meio de comunicação – web-service, arquivos, etc. Além do meio de comunicação, que pode diferenciar, a interface também define a estrutura da mensagem que vai ser recebida e enviada, o que pode ser algo específico do negócio.

Surge então um problema: como um Serviço que realiza sua comunicação através de web-services, com uma interface cuja estrutura de mensagem é específica, por exemplo, será consumido por um programa de um parceiro comercial, onde a comunicação é feita através de arquivos EDI (ou até mesmo através de web-services), possuindo uma diferente estrutura de mensagem (e meio de comunicação)?

Existem algumas possibilidades de solução deste problema. Algumas são efetivas apenas quando o meio de comunicação é o mesmo, enquanto outras são efetivas quando se deseja escalabilidade e flexibilidade, outras ainda podem destruir as vantagens trazidas pelo uso de Serviços. Vejamos:

>> Serviços de descoberta ou Utility Services

Utility Services são parte de conjuntos de serviços maiores chamados Bus Services. Em geral, os Utility Services não possuem relação nenhuma com lógicas de negócio, e são responsáveis pela descoberta de novos serviços, além de lidar com questões de segurança. Estes serviços são vistos como parte da infraestrutura da SOA.

Os Utility Services também podem ser instruídos e configurados por uma aplicação específica para executar uma operação no seu meio. Um exemplo assim é um Serviço de Transformação de Mensagem. Através deste serviço é possível fazer com que mensagens sejam transformadas de um esquema para outro baseado em um mapeamento fornecido pela aplicação que consome este serviço.

O ponto positivo neste contexto é a transformação de mensagens de um esquema para outro. Entretanto também existem “pontos fracos”, como a aplicação precisar conhecer todos os esquemas que serão recebidos ou enviados, e o meio de comunicação utilizado pelo serviço. Isto pode ser interessante para uma organização utilizando SOA, criando a existência de um padrão de comunicação entre os aplicativos internos (SOAP, por exemplo). Porém, os problemas ficam visíveis quando é necessária a integração com parceiros comerciais, principalmente em grande escala, quando os serviços a serem consumidos podem ser encontrados na forma de EDI, COM, e outros.

>> Modificação de aplicativo para consumo do serviço em específico

Sobre a modificação de aplicativos para que façam o consumo de determinados serviços, esta não é vista como uma boa solução. De forma similar aos Utility Services, visualizam-se problemas como a necessidade de conhecimento de todos os esquemas que serão recebidos ou enviados, e o meio de comunicação utilizado em cada serviço. Além disso, este tipo de solução traz problemas de escalabilidade, quando os serviços a serem consumidos são encontrados na forma de EDI, COM, e outros; e, por fim, o custo de desenvolvimento e manutenção deste tipo de solução se torna extremamente alto ao longo do tempo.

>> Middleware de integração, ou Tradutor de Mensagens

Softwares de tradução de mensagens existem a um longo tempo, sendo utilizados para realizar integrações EDI (Troca Eletrônica de Dados) entre empresas. Assim, muitos destes aplicativos fazem uma cobertura completa das necessidades de integração encontradas no mercado.

Um middleware de integração funciona de forma parecida com o Serviço e Transformação de Mensagens descrito com os Utility Services. A diferença entre ambos é que o middleware é especialista em tradução de mensagens, com soluções para os casos de diferentes meios de comunicação encontrados em serviços, e a vantagem da escalabilidade. Além disso, a possibilidade de configuração de esquemas e das transformações entre estes esquemas permite um fácil gerenciamento dos processos de integração de aplicativos.

Outra vantagem de softwares de tradução é a flexibilidade. A flexibilidade adquirida através do uso de middlewares de integração possibilita que diversos aplicativos sejam utilizados e integrados internamente em uma empresa. Além disso, quando um destes softwares não corresponde às expectativas, este software pode ser substituído sem alto custo, e com baixo prazo de implantação.

O ponto negativo do software tradutor é seu custo de aquisição, pois atualmente o foco destes aplicativos é voltado para empresas com grande demanda de troca eletrônica de documentos (em geral empresas de grande porte).

* Exemplos de mensagens que podem ser trocadas através de Serviços

  • Endereço – Leitura de endereços cadastrados em certo software;
  • Documento de Despacho – Enviado ao cliente quando uma venda foi despachada;
  • Contatos – Leitura de contatos cadastrados em certo software;
  • Clientes – Leitura de clientes cadastrados em certo software;
  • Descontos – Leitura de uma lista de descontos disponíveis para um usuário específico;
  • Estoque – Leitura de produtos e sua quantidade em estoque atual;
  • Formas de Pagamento – Leitura das formas de pagamento utilizadas pelo negócio;
  • Lista de Preço – Leitura de uma lista de preços específica para o cliente;
  • Grupos de Produtos – Leitura de grupos de produtos utilizados pelo negócio;
  • Nota Fiscal – O Serviço cria uma nota fiscal no aplicativo;
  • Pedido de Orçamento – Cria um pedido de orçamento;
  • Confirmação de venda – Leitura de confirmações de vendas com identificador;

Referência:
Microsoft. SOA in the Real World. 2007.

Ganesha Festival

Publicado: 02/10/2012 em Intercâmbio

Este sábado houve o festival de Ganesha, o semi-deus hindu com cabeça de elefante. Contando 10 dias até o último sábado, a celebração do aniversário de Ganesha foi comemorada, primeiro montando altares para Ganeshas em cada vizinhança/quadra, então iluminando as ruas, etc..

Da Wikipedia:
Ganesha é um semi-deus do hinduísmo, filho de Shiva e Parvati. Ganesha é então considerado o mestre do intelecto e da sabedoria. Ele é representado como uma divindade amarela ou vermelha, com uma grande barriga, quatro braços e a cabeça de elefante com uma única presa, montado em um rato.
Ganesha é o símbolo das soluções lógicas e deve ser interpretado como tal. Seu corpo é humano enquanto que a cabeça é de um elefante; ao mesmo tempo, seu transporte (vahana) é um rato. Desta forma Ganesha representa uma solução lógica para os problemas, ou “Destruidor de Obstáculos”. Sua consorte é Buddhi (um sinônimo de mente) e ele é adorado junto de Lakshmi (a deusa da abundância) pelos mercadores e homens de negócio. A razão sendo a solução lógica para os problemas e a prosperidade são inseparáveis.
Em termos gerais, Ganesha é uma divindade muito amada e frequentemente invocada, já que é o Deus da Boa Fortuna que proporciona prosperidade e fortuna e também o Destruidor de Obstáculos de ordem material ou espiritual.

Eu presenciei algumas celebrações de famílias ao redor do lago Futala, de Nagpur, e é bem simples: alguns cantos, uma pequena dança, “pegar” a fumaça de uma vela acendida para Ganesha e se benzer, e jogar o ídolo do Ganesha no lago, para afundar.
Já a comemoração em vizinhança foi maior, antes de todo este processo, o pessoal pegou um carro, colocou o ídolo do Ganesha em cima (e o ídolo era de cerca de 1,5m), e saiu soltando foguetes, com uma banda (praticamente uma mini bateria de escola de samba) tocando, e todo mundo dançando. Após completar a quadra, algumas das pessoas levaram o ídolo até o lago, para então terminar o ritual e jogar o Ganesha de gesso no lago.
Gravei algumas cenas, o que acabou se tornando o vídeo abaixo :)

http://www.youtube.com/watch?v=1s994kjbii4&feature=player_embedded